Bem vindo! Willkommen! Você chegou  a “casa virtual” da Zotter Chocolates. Aqui você encontra notícias sobre os bastidores da fantástica fábrica de chocolates, detalhes e curiosidades sobre nossas linhas de produto, novidades sobre orgânicos e comércio justo, receitas de lamber os beiços e muito mais.

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Entre Londres e Áustria, 2010, 2011 e 2012

Quando surgiu a idéia de importar a Zotter para o Brasil, já havia um tempo que estávamos todos encantados com as criações malucas do chocolatier austríaco Josef Zotter. Eu já havia visitado a fábrica e o choco-shop-theatre algumas vezes, e recebíamos em casa a cada dois meses uma caixa com uma variedade surpresa de sortidos que constantemente desafiava nosso status quo do que conhecíamos como chocolate.

Combinações surpreendentes como hemp com café, castanha de cajú com abacaxi, framboesa com coco, e outras mais exóticas como maça, gengibre e cenoura, ou queijo (sim, salgado!) nozes e uvas.

Ao ler a descrição na embalagem, a reação era:

-“Noosssssa, sério mesmo? Eles não estão pra brincadeira”.
-“Abre logo, certeza que é loucurinha”.

Era um festival de “hmms, uaaau, pffff, nosss”.
Fora a arte das embalagens, por onde já começavamos a comer com os olhos, e ao final da experiência era impossível jogar fora.

Londres e Brasil, 2012

Tempos depois, o Daniel e a Carla decidiram colocar as quatro mãos na massa e começaram a desenhar a proposta para a Zotter. Para o meu irmão, que traz anos de expertise trabalhando na P&G no Brasil, o trâmite todo parecia possível, mas claro que um estudo de viabilidade foi necessário. Minha mãe a princípio se encantou com a idéia, e depois vieram os anseios, que  foram acalmados enquanto o plano e o contato com a Zotter se tornavam realidade.

Tudo parecia ir de vento em popa, até que um certo dia durante um almoço inspirado na minha cozinha no Sul de Londres, bateu a pergunta:

– “Certo, a Zotter é uma marca ousada, os sabores e combinações são de deixar nego maluco. Mas vem cá, acho que tem uma coisa que a gente precisa se perguntar: Será que o brasileiro tá pronto pra tudo isso? A gente é conhecido como um povo receptivo, cabeça aberta e aventureiro, ok. Mas será que isso se aplica a chocolate também?

(silêncio e troca de olhares reflexivos)

– “Olha, criatividade exala pelos poros dos brazucas. Tomamos a liberdade de re-mixar e re-inventar receitas tradicionais do mundo todo que já estão incorporadas na nossa cultura.

– “Pensa no sushi, na culinária japonesa, e olha no que ela se transformou no Brasil – um festival de combinações ousadas. Morango com cream cheese, tomate seco com rúcula, sushi flambado e por aí vai. E muita gente adora!

-“E as padarias, centros de criação non-stop, sempre tem coisa nova. Da última vez que eu fui tinha pão de beterraba com linhaça. E as pizzarias, com cardápios gigantescos e pizzas doces. Ah, desafiando o status quo da pizza também.

Depois de fazer a ronda pela interminável culinária brasileira, voltamos ao ponto de partida. Mas e o chocolate ousado no Brasil, tá faltando não tá? E como será que seria recebido?

Partindo das referências de chocolate com os quais crescemos e que estamos acostumados a achar em qualquer esquina, focalizamos nos nossos amigos e chegamos a conclusão que em teoria eles poderiam  se interessar pelo paladar exótico da Zotter mas que na realidade a maioria das pessoas curte mesmo um chocolate ao leite tradicional.

(segunda ronda de olhares reflexivos que não dura muito)

-“Olha, já sei, por que a gente não faz um dia de Zotter tasting aqui na Coop com nossos amigos brasileiros aqui de Londres?

E assim surgiu a idéia do ZotterExperience. No próximo post um pouco mais sobre os resultados e o vídeo.

 

Drinking Chocolate... Hmm
ZotterExperience - Parte 2 de 2

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